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Quando uma marca começa a entrar no coração e na mente das pessoas, estamos falando de branding. O posicionamento consistente, alinhado com a marca e seu público-alvo dá a origem a um laço afetivo com o consumidor. Aqui, experiências sensoriais como tátil, auditiva, palatável e olfativa entraram fortemente em cena há alguns anos.

Transformar um produto com pouco valor agregado e vender atributos, benefícios e valores não chega a ser exatamente uma tarefa fácil. Design e estratégia são elementos importantes na jogada. Um estudo interessantíssimo constatou uma correlação de 41% entre o efeito de marcas que aplicaram o branding e as marcas religiosas. Repare nos elementos em comum de uma marca bem sucedida com as religiões:
1. Missão e visão claras
2. Sensação de pertencer
3. Capacidade de contar histórias
4. Apelo aos sentidos
5. Inimigo definido
6. Mistério
7. Rituais
8. Símbolos
9. Evangelismo
A Apple, por exemplo, tem rituais como o lançamento de produtos ao vivo; seus mistérios, que nos fazem imaginar como produtos tão inovadores surgem, e também inimigos, como o Google. O inimigo confere identidade. As experiências sensoriais vão além da nossa imaginação. Você sabia, por exemplo, que a Kellog’s patenteou o barulho dos sucrilhos quando a gente mastiga e que existe uma essência de cheiro de carro novo para os automóveis? É insano, but is true.

Sempre fomos bombardeados pelo apelo visual das marcas, no entanto hoje em dia os outros sentidos também se expandem. Pense em uma logo sonora (branding auditivo) ou um sabor inconfundível (branding palatável).

 

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