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Um marketing holístico em um mercado competitivo

Este senhor simpático aí de cima se chama Theodore Levitt, ele foi o autor do famoso artigo “Miopia em Marketing”. O que ele acrescentou à literatura da época foi o fato de as ferrovias não terem previstos a perda humilhante para o setor rodoviário. No geral, o que Levitt aponta é que o setor ferroviário se acomodou. De lá pra cá, o marketing se reinventou e passou por algumas fases antes de entrar no Marketing de Performance. Inicialmente, era voltado para o produto

Métricas, Campanhas On-line e Marketing de Conteúdo

É necessário um marketing holístico hoje em dia. O analista de marketing de hoje é aquele que deve jogar um pouco em todas as posições. Que não ignore os valores e personalidade da marca na hora de elaborar uma persona para o perfil da empresa e consequentemente seu conteúdo; sem que no entanto deixe de configurar eventos e metas de conversão no Gooogle Analytics; e enfim, descobrir as melhores palavras-chaves para converter através dos índices de retorno das campanhas pagas e não pagas via SEO. Ter em mente um analista de marketing que seja apenas um designer ou bom vendedor não é mais viável. É preciso um serviço integrado das áreas de jornalismo, economia, programação, design, publicidade.

Os Gatilhos Mentais são usados para influenciar a tomada de decisão atráves do Comportamento do Consumidor. É mais um conceito de marketing tradicional que foi adaptado para os tempos online. É a forma como seu conteúdo textual ou audiovisual pode ser abordado para prender a atenção do cliente. Escassez, Urgência, Autoridade, Reciprocidade, Prova Social, Porque, Antecipação, Novidade e Relação Dor x Prazer são apenas alguns deles.

Para se ter em mente uma estratégia, é preciso saber onde queremos chegar. E não se pode chegar a vários lugares ao mesmo tempo, então temos que definir uma meta como “ganhar visibilidade com a marca”, “gerar leads no website” ou “vender algum produto”. Para cada meta, trabalhamos com campanhas otimizadas, conteúdos diversos, funis de vendas e táticas que terão suas abordagens adaptadas para cada objetivo.

Search Engine Optimization: Essa sigla é a mais conhecida e está relacionada às palavras-chaves do seu negócio e a experiência do usuário no seu website. Então há dois pontos aqui: a legibilidade do seu site pelos robôs do Google e o SEO propriamente dito, que se relaciona com a idéia de um website responsivo e leve.

Search Engine Marketing:  Está intrinsecamente ligado com a estratégia global do marketing na internet e engloba a a interação entre redes sociais, SEO e conteúdo, campanhas de faceads e/ou adwords e o website institucional.

Social Media Marketing: Relaciona  uma abordagem de sucesso dentro das redes sociais que inclui desde o alinhamento da sua persona até os melhores horários para seu público-alvo, passando pela interação com influenciadores, métricas de engajamento e oportunidades de conteúdo.

Social Media Optimization: É a otimização das redes sociais através do conteúdo relevante, facilitando a interação do usuário pelos botões de curtir e compartilhamento, canais de contato como chat, Call-To-Action, logins externos pelo Facebook para uma Landing Page.

As Personas nas Redes Sociais tem muito a ver com a identidade da sua marca. É entender os atributos, valores, benefícios e personalidade e transformá-las em três personas diferentes – o que naturalmente tem a ver também com o processo de compra de cada produto. Por exemplo, uma loja que venda roupas para mulheres gordinhas poderá ter três personas diferentes: uma doceira que gosta de cozinhar para os outros; um filho de 30 anos que mora com a mãe e uma menina fã de Justin Bieber. O filho não necessariamente vai se identificar, mas está intrinsecamente ligado a marca pelo processo de compra e pelo afeto a personalidade da marca (pode dar o presente para a mãe). Um influenciador certamente é uma modelo plus-size que tenha muitos seguidores nas redes, como por exemplo a ex-bbb Fani, de Nova Iguaçu. Sem sombra de dúvida observar os Digital Influencers ajuda a moldar uma Persona e consequentemente os Gatilhos Mentais a serem trabalhados. Viu só cmo está tudo ligado?

Conversion Rate Optimization nada mais é do que a taxa de conversão que uma campanha está conseguindo alcançar. Se uma página teve 1.000 visualizações e 40 pessoas preencheram os formulários, então tivemos 4% de taxa de conversão. Sendo uma taxa baixa, podemos aparar as arestas da campanha, fazendo testes A/B, melhorando o conteúdo, negativando palavras-chaves e descobrindo outras melhores. Já a taxa de rejeição é quando o visitante abandona uma página sem clicar em nenhum link, se esta taxa está alta então a estratégia pode passar por melhorar a experiência do usuário, ou até mesmo usar estratégias de re-marketing (no caso de abandono na Landing Page), oferecendo melhor recompensa do que a anterior. Agora, certamente uma nova recompensa terá mais a ver com as palavras-chaves descobertas como mais relevantes nas últimas 100 visitas, por exemplo. Isso é possível pelos termos de pesquisa em campanhas adwords.

Nas finanças o ROI significa “Return over Investment”: Basicamente, é o lucro em função dos seus investimentos. O ROI em Marketing Digital não vai muito longe, uma vez que ele é exatamente o retorno que você teve após seus investimentos em marketing digital: são as vendas que você obteve em função dos investimento em links patrocinados, muito embora as variáveis podem agregar mais indicadores ou mudar de dimensão. Caso haja o interesse em saber como funcione essa conta e como essa planilha fecha, preenche com seus dados ao lado e uma planilha chegará no seu melhor e-mail em instantes.

Hoje, o Funil de Vendas é o esqueleto do Marketing Digital, a estrutura para trabalhar a segmentação. É o disparo de conteúdo relevante que traz os visitantes para o site em um primeiro momento. Em um segundo momento, é a conversão de uma meta, seja pelo preenchimento de um formulário viabilizado pela exibição de um vídeo ou pelo download de um e-book. Em um terceiro momento é a compra de um bem ou serviço. “O Marketing de Performance tem tudo a ver com o Funil de Vendas então”, você deve estar pensando. Sim, tudo a ver. A diferença é que o marketing de performance é uma visão mais global da história. O Funil é o instrumento a ser configurado para trabalhar quem está no topo do Funil e quem está no fundo, pronto para uma conversão.

Tanto o Jornalista quanto o Economista vem agregar muito o marketing digital nos dias de hoje. O primeiro na produção de conteúdo relevante, seja ele roteiro de vídeo, podcast ou um artigo longo com referências para agregar uma estratégia de SEO. Já o segundo, pode facilitar a mensuração de índices de uma campanha bem-sucedida e a consequente mudança de estratégias para o sucesso da campanha. Portanto, nem é preciso dizer que o profissional de Marketing Digital deve jogar em mais de uma posição ao mesmo tempo.

Não exatamente. Hoje em dia, há uma sincronização geral. A campanha precisa estar alinhada em diversas mídias, seja tradicional: no PDV, eventos, impresso, na tv; seja digital: mídias on-line, impulsionamento de conteúdo, audiovisual, conteúdo relevante ou de branding. E essa sincronização pede profissionais de publicidade, ti, comunicação e administração, não só multifacetados, mas cada vez mais antenados com as tendências midiáticas de conteúdo na internet e observação dos comportamentos das pessoas.

Não, hoje em dia existem muitos temas de wordpress que trabalham com uma interface de front-end intuitiva. Isto permite que criadores de websites possam desenvolver um website de bom gosto tendo apenas uma pequena noção de design para não se perder pelo caminho. Nós da Evolução Em Marketing usamos um tema pago que nos atende bastante e aos nossos clientes também, somos focados em métricas, SEO, conteúdo e campanhas. Muito embora temos nossas parcerias caso haja a necessidade. Nosso foco é em conteúdo, SEO e mensuração para campanhas Adwords, configuração de Analytics e conversão de leads.

Sim, um pouco. Mas vamos por partes. O ideal é que se use o Google Analytics antes de partir para o Google Adwords. Por que? Simples. De posse do seu tráfego, informações sobre seu público-alvo e das páginas mais visitadas você sabe por onde começar as suas campanhas. O Google Analytics é dividido por seis seções: Tempo Real, Público, Aquisição, Comportamento, Metas e Comércio Eletrônico. Além disso, temos o relatório personalizado caso você precise cruzar outros dados. O Analytics trabalha com eventos e metas. Um evento pode ser configurado gerando um script e tagueando seu site pelo Tag Manager. Um evento bem sucedido pode virar uma meta a ser acompanhada e trabalhada no funil (também configurável no programa). Já o Adwords, é um leilão de palavras-chaves do Google. Dizer que o Google Search Console pode complementar bem o seu serviço não é exagero, pois é lá que o Google vai dizer o Índice de Qualidade (UX) que seu site alcança (as variáveis vão do design do seu site até conteúdo e velocidade do site). Feito isso, você vai precisar escolher aproximadamente 10 palavras-chaves para acompanhar e trabalhar seu marketing. Existem algumas boas ferramentas para isso, como o Google Trends e outros sites periféricos, antigamente o Google permitia essa pesquisa, mas agora só a partir de algum gasto com campanhas nos termos de pesquisa. É possível negativar palavras-chaves que não estejam convertendo em clientes e fazer campanhas remarketing para aqueles que já lhe visitaram.

O remarketing é mostrar o mesmo produto ou página de formulário para alguém que já visitou o seu site (quem nunca recebeu dezenas de campanhas de remarketing do mercado livre após ter procurado um livro ou um produto qualquer no site?). O retargeting é fazer isso de uma forma diferente, mais especificamente de posse de informações que revelem a melhor maneira de alcançar seus possíveis clientes.

Testes A/B são páginas com elementos diferentes na esperança de entender qual página mais atrai os usuários. O Adwords e o Analytics possibilitam, respectivamente, campanhas alternativas com páginas de destino diferentes e mensurar duas ao mesmo tempo para descobrir aquelas com maior CTR (clique). Os botões Call-To-Action (CTA) servem para chamar o usuário/visitante do site a realizar uma ação como o preenchimento de um formulário, assistir um vídeo ou ler um conteúdo, aproveitar alguma promoção utilizando um dos gatilhos mentais. Sempre tendo em vista a conversão do produto. Landing Pages são as páginas onde comumente realizamos as conversões, disponibilizando formulários e chamando o usuário para tomar uma ação. Essas páginas, como essa daqui, não possibilita muita navegação para o usuário, apenas o preenchimento do e-mail para receber newsletter e ser encantado pelo conteúdo relevante em questão. No nosso caso, marketing digital. Mas pode ser bolsa de valores, concurso público, guitarra, gastronomia ou cultura lgbt, só para mencionar alguns exemplos.

Marketing de Performance é quando você trabalha o aumento da sua conversão pelo comportamento dos seus visitantes e leads nos momentos em que eles posicionados no Funil de Vendas. É mensurar, entender e otimizar o comportamento da sua audiência pelo Analytics, documentando em planilhas os resultados obtidos e custos dispendidos com sua estratégia de marketing. Conteúdo, Campanhas Online, Re-marketing, Testes A/B, Botões CTA, Recompensas e Landing Pages são as ferramentas para essa divertida empreitada.

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